É preciso planejar, planejamento é algo com que todos concordam, muitos fazem, e poucos fazem adequadamente.
Planejar um negócio independentemente de seu tamanho ou de seu segmento se torna condição indispensável para o sucesso duradouro e sustentável.
Segundo a pesquisa divulgada pelo SEBRAE (2004), entre 70% e 80% das empresas no Brasil, fecham as portas antes de completarem dois anos de vida. Os motivos são vários mas, pode-se citar sem dúvida o mais importante como sendo a falta de planejamento, que consiste no conjunto de planos e estratégias que objetivam alcançar resultados consistentes com a missão assim como os objetivos gerais de curto, médio e longo prazos da empresa. Na advocacia isto não é diferente.
O palnejamento de um escritório, permite um maior controle de eventos que levam ao reconhecimento e sucesso. Prever acontecimentos, antecipar-se a tendências, equacionar custos e aproveitar as melhores oportunidades.
O planejamento estratégico não deve ser privilégio apenas das grandes bancas de advocacia, qualquer estrutura, deve, por menor que seja, se organizar. O Planejamento Estratégico deve guiar a organização a obter um melhor desempenho e, conseqüentemente, um melhor resultado, pois a falta de estratégia bem formulada e bem implementada dificulta decisões de investimento e o resultado pode ser olhar em direções menos interessantes e levar a empresa para um caminho sinuoso e sem horizonte.
A elaboração do planejamento estratégico se divide em analisar oportunidades e ameaças e confronta-los com os pontos fortes e fracos da organização, definir missão e objetivos gerais, planos e estratégias, após, implementar e controlar para garantir que os objetivos sejam atingidos.
No mundo jurídico aliar planos estratégicos com visão empreendedora é uma maneira de sobreviver e perpetuar. Reputação, produção intelectual e empatia com o cliente são conceitos fundamentais para uma carreira de sucesso.