Hoje em conversa com um cliente advogado ouvi: “Tinha uma cliente agendada para as 9h. Ela dizia ter urgência e simplesmente não apareceu.”
Isto me fez lembrar do que ocorre quando não desmarcamos consulta com nosso médico. Normalmente se não desmarcada com 24 horas mínimas de antecedência o valor da consulta é cobrado integralmente.
Desta forma é bastante dificil que o paciente “ esqueça” de ligar para desmarcar a consulta. Isso ocorre pois os planos de saúde são bastante rigorosos neste sentido e os sindicatos médicos atuantes.
Por que na advocacia é diferente???
O serviços prestados tanto por advogados quanto por médicos tem a caracteristica da INSEPARABILIDADE, ou seja o serviço é produzido e consumido simultaneamente, com a participação do cliente e do fornecedor. Serviços são atividades econômicas que criam valor e fornecem benefícios para clientes em tempos e lugares específicos. Por tanto quando um cliente marca e não comparece, ao ecritório e ao advogado isto representa tempo para produção intelectual e dinheiro perdidos.
Hoje, com a comunicação eletrônica,o celular e a Internet, podemos sempre desmarcar compromissos com facilidade ou avisar que estamos atrasados, sendo praticamente injustificavel um cliente simplesmente não comparecer no horário marcado com o profissional.
Talvez a OAB devesse avaliar a possibilidade de adotar modelo de cobrança semelhante aos convênios médicos. Penalizando tanto o cliente que não desmarcar a consulta no prazo determinado, quanto o advogado que não respeitar tal orientação.
Infelizmente as pessoas somente tomam consciencia dos seus atos, quando isso se reflete financeiramente em suas vidas.
Este espaço é destinado à debates e postagens sobre os assuntos relacionados no título - Gestão e Marketing jurídico - São bem vindos comentários e sugestões no sentido de aprimorar o espaço e trocar informações com todos que se interessam pelo tema.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
A importância de planejar seu negócio!
É preciso planejar, planejamento é algo com que todos concordam, muitos fazem, e poucos fazem adequadamente.
Planejar um negócio independentemente de seu tamanho ou de seu segmento se torna condição indispensável para o sucesso duradouro e sustentável.
Segundo a pesquisa divulgada pelo SEBRAE (2004), entre 70% e 80% das empresas no Brasil, fecham as portas antes de completarem dois anos de vida. Os motivos são vários mas, pode-se citar sem dúvida o mais importante como sendo a falta de planejamento, que consiste no conjunto de planos e estratégias que objetivam alcançar resultados consistentes com a missão assim como os objetivos gerais de curto, médio e longo prazos da empresa. Na advocacia isto não é diferente.
O palnejamento de um escritório, permite um maior controle de eventos que levam ao reconhecimento e sucesso. Prever acontecimentos, antecipar-se a tendências, equacionar custos e aproveitar as melhores oportunidades.
O planejamento estratégico não deve ser privilégio apenas das grandes bancas de advocacia, qualquer estrutura, deve, por menor que seja, se organizar. O Planejamento Estratégico deve guiar a organização a obter um melhor desempenho e, conseqüentemente, um melhor resultado, pois a falta de estratégia bem formulada e bem implementada dificulta decisões de investimento e o resultado pode ser olhar em direções menos interessantes e levar a empresa para um caminho sinuoso e sem horizonte.
A elaboração do planejamento estratégico se divide em analisar oportunidades e ameaças e confronta-los com os pontos fortes e fracos da organização, definir missão e objetivos gerais, planos e estratégias, após, implementar e controlar para garantir que os objetivos sejam atingidos.
No mundo jurídico aliar planos estratégicos com visão empreendedora é uma maneira de sobreviver e perpetuar. Reputação, produção intelectual e empatia com o cliente são conceitos fundamentais para uma carreira de sucesso.
Planejar um negócio independentemente de seu tamanho ou de seu segmento se torna condição indispensável para o sucesso duradouro e sustentável.
Segundo a pesquisa divulgada pelo SEBRAE (2004), entre 70% e 80% das empresas no Brasil, fecham as portas antes de completarem dois anos de vida. Os motivos são vários mas, pode-se citar sem dúvida o mais importante como sendo a falta de planejamento, que consiste no conjunto de planos e estratégias que objetivam alcançar resultados consistentes com a missão assim como os objetivos gerais de curto, médio e longo prazos da empresa. Na advocacia isto não é diferente.
O palnejamento de um escritório, permite um maior controle de eventos que levam ao reconhecimento e sucesso. Prever acontecimentos, antecipar-se a tendências, equacionar custos e aproveitar as melhores oportunidades.
O planejamento estratégico não deve ser privilégio apenas das grandes bancas de advocacia, qualquer estrutura, deve, por menor que seja, se organizar. O Planejamento Estratégico deve guiar a organização a obter um melhor desempenho e, conseqüentemente, um melhor resultado, pois a falta de estratégia bem formulada e bem implementada dificulta decisões de investimento e o resultado pode ser olhar em direções menos interessantes e levar a empresa para um caminho sinuoso e sem horizonte.
A elaboração do planejamento estratégico se divide em analisar oportunidades e ameaças e confronta-los com os pontos fortes e fracos da organização, definir missão e objetivos gerais, planos e estratégias, após, implementar e controlar para garantir que os objetivos sejam atingidos.
No mundo jurídico aliar planos estratégicos com visão empreendedora é uma maneira de sobreviver e perpetuar. Reputação, produção intelectual e empatia com o cliente são conceitos fundamentais para uma carreira de sucesso.
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